domingo, 28 de outubro de 2012

Primata mais ameaçado do mundo

 O muriqui-do-sul ou mono-carvoeiro é um primata cujo nome científico é Brachyteles arachnoides. Considerado o maior entre os primatas do continente americano, encontrado originariamente na Mata Atlântica brasileira, consta da Lista Vermelha da UICN na categoria Em perigo crítico. É um dos primatas mais ameaçados do mundo.
  Endêmico da Mata Atlântica do sudeste do Brasil (do sul da Bahia até o Paraná), sofre os efeitos do antropismo por várias vertentes:
destruição da floresta que é seu habitat original
caça ilegal na áreas estatais preservadas
comércio ilegal em áreas privadas.
  É um animal dócil, de cor clara, pêlo longo e macio, e tem a face negra contornada de branco. De cauda preênsil, braços e pernas longos e finos, gosta de sa balançar nas árvores pela cauda. O adulto chega a medir 1,5 metro de altura e com uma cauda de um metro, e pesa 15 kg.
  De hábitos diurnos, come folhas, frutas e flores. Vive em pequenos grupos, no estrato superior da floresta, chegam a dar saltos de até dez metros na copa das árvores. Dorme boa parte do dia.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
 
Família: Atelidae
Género: Brachyteles
Espécie: B. arachnoides
Nome binomial:Brachyteles arachnoides





 

Morcego-Cinza



Os morcegos são mamíferos, possuem asas e um sistema de ecolocalização que deixa no chinelo qualquer radar mais sofisticado, pois além de voarem com grande habilidade, ainda localizam alimentos no escuro sem precisarem de óculos de visão noturna.
Alguns morcegos estão em alto risco de extinção, como o morcego-cinza, cujo nome científico é Myotis Grisescens.O Morcego-cinza é de origem americana, sua reprodução e conservação entrou em declínio a partir do século passado, ele tem características próprias que o diferencia dos demais de sua espécie, já que a membrana de sua asa é ligada ao tornozelo e não ao pé, pesa cerca de 16 gramas, pode viver 17 anos, seu voo pode atingir 20 km por hora, vive em cavernas e somente nelas, tem o hábito de hibernar no inverno para acumular gordura para o período de reprodução.






Antílopes tibetanos se recuperam após ameaça de extinção



A população de antílopes tibetanos, que estão entre os animais com maior perigo de extinção no Himalaia, se recuperou nos últimos 20 anos, passando de cerca de 70 mil indivíduos para 150 mil, diz um estudo sobre meio ambiente divulgado nesta sexta.

Durante 18 anos, analistas do Instituto de Pesquisa Florestal do Tibete recontaram a população do animal, que vive numa altitude superior a 4 mil metros e foi vítima, durante décadas, da caça ilegal, informou a agência oficial chinesa Xinhua.

De uma população estimada em 10 milhões no início do século 20, passou-se para entre 50 mil e 70 mil nos anos 80, embora a tendência descendente pareça ter se invertido nos últimos anos graças a programas de proteção e ao combate à caça ilegal.

Segundo os analistas, a população destes antílopes, da espécie Pantholops hodgsoni, também chamados de chiru, aumentou em um ritmo anual de 7,9% nos últimos seis anos.

O animal foi vítima da caça ilegal porque seu pelo é muito apreciado, por exemplo, para a confecção de um tipo de xale chamado "shahtoosh", que chega a custar US$ 10 mil no mercado negro da China, da Índia e de outros países da região.

O pêlo destes animais é cinco vezes mais fino que o cabelo humano, mais fino inclusive que a lã produzida na região vizinha da Caxemira.

As manadas de chiru podem ser admiradas em viagens no novo trem ao Tibet, inaugurado no último dia 1º. A ferrovia atravessa a reserva natural de Hoh Xil, criada com o intuito de tentar evitar a extinção do antílope.

A ferrovia tem 33 elevações e túneis, já que está no meio da rota migratória que as fêmeas do antílope tibetano seguem todo verão, quando cruzam de um lado a outro a reserva de Hoh Xil para buscar um lugar adequado para dar à luz.

O chiru é um dos cinco animais de estimação dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, de cor amarela e com adornos que imitam os da cultura tibetana.
Entre os principais animais da China em perigo de extinção estão o urso panda gigante, o tigre, o golfinho do Yang Tsé, o íbis, o macaco dourado, o elefante, o gibão, o grou e o faisão selvagem.